Archive for Novembro 2015

A promoção organizacional foi o tema da mesa redonda que abriu o terceiro dia da III Semana Audiovisual da UESPI. Com as presenças de Cynthia Freitas, da CJ Flash, e Letícia Aguiar, da Aloha, a mesa foi mediada pelo professor José Barroso. 

Com um debate mais voltado para o lado da publicidade e levando em consideração a missão de aproximar os públicos com a ferramenta do audiovisual, Cynthias Freitas falou de como é importante ter uma mescla das profissões na área: "Trabalhamos fazendo uma comunicação 360º nas empresas. Todos os nossos trabalhos tem as presenças de jornalistas, relações públicas, publicitários, profissionais de marketing e designers."

Letícia Aguiar, que além de publicitária também é professora do CEUT e instrutora do Sebrae, mostrou exemplos de como eram feitos os anúncios e propagandas assim que se iniciou a utilização dessa ferramenta desde que a TV surgiu e se popularizou no Brasil. 

Para Letícia, a publicidade tem hoje que pensar em produtos para todas as plataformas, seja na TV ou online: "No mundo conectado em que estamos hoje é importante pensarmos em algo que as pessoas tenham vontade de compartilhar. Para que aquele produto invada a vida das pessoas não só pela TV como também na internet."

Cynthia Freitas compartilha da mesma ideia quando o assunto é a publicidade na internet: "Atualmente é necessário estar ligado no que acontece nas redes. Saber o que está sendo viral e planejar como utilizar isso."


A mesa-redonda se concluiu com um ensinamento deixado por Letícia Aguiar: "É importante que um comercial instigue desejo, sonhos e desperte para a realidade do consumo. Cada comercial deve ter uma proposta de venda, um exemplo disso é a Friboi, que hoje é um grande sucesso na TV e redes sociais."

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Cynthias Freitas e Letícia Aguiar debatem o audiovisual e a promoção organizacional em mesa redonda

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sexta-feira, 27 de novembro de 2015
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José Quaresma e Alexandre Rufino, da Framme Produções ministraram a oficina de Imagem Organizacional na III Semana de Audiovisual da UESPI nesta tarde de quinta-feira (26) no Campus Poeta Torquato Neto.

Eles falaram sobre a produção de documentários, técnicas e destacaram a diferença entre as matérias especiais e documentários. “O jornalismo está muito em cima dos fatos, pois tem como função principal informar o que está acontecendo naquele momento. Já o documentário você tem mais tempo para trabalhar e tem o papel de fazer as pessoas refletirem sobre o que está sendo exibido. Qualquer coisa pode virar um documentário, se você se interessar em contar aquela história” disse José Quaresma.

Os dois profissionais falaram sobre as oportunidades que existem atualmente para os participantes que queiram divulgar os seus trabalhos. Além dos festivais, o YouTube é uma forma de não deixar o que foi produzido dentro da gaveta. Eles exibiram trechos de documentários e vídeos institucionais para exemplificar questões técnicas, como corte de imagem, som, linguagem e iluminação.

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José Quaresma e Alexandre Rufino ministraram oficina de Imagem Organizacional

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quinta-feira, 26 de novembro de 2015
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Com uma aula interativa e dinâmica, Ruan Bismarck mostrou o melhor do aplicativo Hangout. O app existe desde 2013 e proporciona, ao mesmo tempo, o compartilhamento de vídeo e áudio. Dessa forma, Ruan explicou durante a III Semana Audiovisual da Uespi, como e quando usar o Hangout, além dos seus benefícios e facilidade.



Com olhares curiosos de estudantes e interessados em aplicativos da internet, Ruan, que é técnico de informática do Núcleo de Educação à Distância (Nead), da Universidade Estadual do Piauí, mostrou que os usuários podem conversar com dez amigos simultaneamente através do Hangout.

Hangout

Hangouts é uma plataforma de mensagens instantâneas e chat de vídeo desenvolvido pelo Google, que foi lançada em 15 de maio de 2013, durante a conferência de desenvolvedores Google I/O.

Ele substitui três produtos de mensagens que o Google havia implementado simultaneamente nos seus serviços, incluindo o Google Talk, Google+ Messenger e o Hangouts, um sistema de vídeo chat presente no Google+.


O Google também afirmou que o Hangouts é projetado para ser "o futuro" do seu produto de telefonia, o Google Voice, e integrou algumas das capacidades do Google Voice no seu Hangouts.[2] O serviço também integra mensagens SMS e MMS nas versões para Android e iOS.

Por Daniely Viana
Edição Vitor Sousa

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Ruan Bismarck mostrou as vantagens do aplicativo Hangout na III Semana Audiovisual da Uespi

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Dando continuidade a programação do 2° dia da III Semana Audiovisual os jornalistas Washington Filho e Yala Sena debateram com o grande público presente sob mediação da professora Sammara Jericó a relação entre a fonte e o repórter e os principais desafios da profissão.



Jornalista com mestrado em comunicação pela UFPI e professor da faculdade Estácio Ceut. Atualmente trabalha na Framme Produções, Washington Filho debateu sobre a ética e o papel das assessorias de imprensa no Estado.

Ao falar sobre a relação entre jornalistas e políticos, o profissional destacou. "A ética dos jornalistas é a ética do cidadão, são valores e princípios que se constroem em toda a vida, a gente não pode reprovar porque é uma atividade do assessor de imprensa, está sendo elaborada para se estreitar laços, fortalecer relacionamentos entre o político e o jornalista então a gente não pode reprovar porque existem esforços para aquilo, agora vai muito da ética profissional", afirmou.

Sobre o seu pensamento a respeito do papel das assessorias de imprensa, Washington destacou que está ocorrendo é a profissionalização das assessorias. "É uma inovação, pensar a tipologia daquele veículo e a partir disso tentar mensurar o alcance daquela publicação, na Framme as meninas começam a pensar em um filme e a projeção da divulgação desse filme, a gente manda para os veículos certos", destacou.

Editora-chefe do portal Cidadeverde.com, site que ajudou a idealizar e lançar no mercado, formada pela Universidade Federal do Piauí e colabora com o jornal Folha de São Paulo, a jornalista Yala Sena respondeu várias perguntas do público presente debatendo a sua opinião sobre diversos assuntos.



"Cada um tem a sua ética, visão de entendimento, acredito que tem que ter uma relação sim do jornalista com o político, mas você tem que saber equilibrar, não é por causa de eventos que os políticos vão me comprar, tem situações que você tem que rejeitar, outras eu vou para buscar informação", exemplificou.

Sobre os veículos de comunicação que aceitam e repassam releases de assessorias na íntegra, Yala afirmou: "A grande mídia já esta adotando uma nova postura, grandes veículos de comunicação não aceitam mais o release e as assessorias tiveram que criar uma estratégia", comentou.

A jornalista foi indagada sobre qual a instrução o veículo de comunicação em que ela trabalha dá para os jornalistas que recebem release. "Eu prefiro perder o furo do que fazer algo errado, a gente está se deparando com assessoria que nos passa a informação errada ou nos nega alguma informação, o release é uma sugestão de pauta, você tem que ligar para a fonte, as pessoas envolvidas e se for denuncia tem que ouvir o outro lado, o ideal seria ignorar release mas na atual conjuntura que se vive o jornalismo reduzindo cada vez mais então nós não podemos fazer isso", declarou.

No final do bate-papo, os dois profissionais deixaram dicas de como ter sucesso no webjornalismo. "A primeira tarefa é conhecer o meio e as potencialidades que essa plataforma pode oferecer, você tem que conhecer os benefícios que ela oferece no trabalho e ir a fundo", aconselhou Washington.

Já Yala aconselhou muita leitura aos próximos profissionais. "A primeira coisa é você estar bem informado, jornalista tem a obrigação de ler e estar bem informado você tem que gostar de leitura, tem que ser dinâmico, entender as plataformas, você vai entrar no mercado que ele exige um profissional que entende de tudo, de fotografia, texto, você vai gravar, vai fotografar, tem que conhecer as ferramentas, promover debate, ter um análise de conjuntura, você não pode ficar apático, tem que estar antenado e principalmente gostar do que faz, vocação, experiência e conhecimento", desejou a jornalista.

Por: Mayara Dias

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Yala Sena e Washington Filho participam de mesa redonda sobre os desafios do jornalismo

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O segundo dia da III Semana Audiovisual foi marcado por minicursos, mesas redondas e bate-papo com grandes profissionais explanando os seus conhecimentos para os estudantes presentes nas salas de aula. Durante toda a tarde desta quinta-feira (26), três minicursos foram ministrados ao mesmo tempo: Thiago Amaral com fotografia, José Quaresma e Alexandre Rufino com imagem organizacional e Samaria Andrade com o texto.

Integrante do conselho editorial da Revista Revestrés, professora mestra em comunicação, graduada em jornalismo e especialista em marketing, Samaria Andrade, tem um currículo extenso e foi através dele que ela ministrou um proveitoso curso sobre texto jornalístico.


A professora começou a sua explicação conceituando os principais pontos para uma boa escrita. "No lead você tem que ir do mais forte até o menos interessante, que seria um formato inverso do conto, da novela, do romance. As reportagens estão indo para outro caminho, mas a notícia pouco mudou, continua querendo responder as perguntas do lead, o que acontece é que começa a questionar se isso é suficiente", falou ela.

Samaria destacou ainda que a notícia dificilmente vai inventar um modelo diferente do que o modelo de você tentar responder o lead. "Isso não vai acontecer, mas existe muito mais espaço para formatações. Se nós estamos brincando com o texto, com a forma de contar histórias, por que eu tenho que ficar contente com aquela forma de contar do jornalismo?", questionou.

 Ainda sobre o líder, a especialista afirmou que atualmente as pessoas andam questionando o lead e não aceitando mais a sua formatação original. "Ele começa a ser questionado por ser superficial e incompleto, o público espera um tratamento informativo de maior qualidade, não está se satisfazendo só com esse padrão. Hoje em dia você pode ver que o texto jornalístico da televisão aberta é muito preso ao lead, já o da fechada é mais solto porque lá eles não tem muita pressão com a audiência e termina se dando espaço", declarou Samaria.

Em um outro momento, a professora citou os espaços atuais para se ter uma redação mais criativa: "Em reportagens, revistas porque tem uma periodicidade maior do que o jornalismo diário, livro reportagem, paginas culturais e documentários, entre outros; A criatividade deve passar por todas as etapas, na pauta, na coleta sobre com quem eu vou conversar, quem eu vou ouvir, na redação e na edição porque tem jornalista que pensa que não existe trabalho de edição mas é super importante", apontou.

Sobre a qualidade do texto, Samaria Andrade aconselhou: "Devemos diminuir os adjetivos, adjetivo demais enfraquece o poder do texto, prefiram os substantivos. Mesmo que tenha acontecido milhões de coisas, ele pode ser um texto longo mas tem que ser sintético e com clareza, o titulo pode ser mais criativo porque ele é o que vai fisgar a pessoa, só que se ele for enigmático demais ninguém vai saber o que ele vai tratar, então para isso existe o subtítulo", finalizou.

Por: Mayara Dias

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Samaria Andrade ministra oficina sobre texto no 2° dia da III Semana Audiovisual

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A III Semana Audiovisual da UESPI contou com a presença do fotojornalista Thiago Amaral. Com mais de 10 anos de experiência e atualmente fotógrafo do portal e revista Cidade Verde, Thiago falou como é a rotina de um fotógrafo no meio jornalístico e deu dicas para os estudantes que se inscreveram na oficina de fotografia.



Trazendo imagens feitas por ele durante o dia-a-dia nas redações, Thiago comentou sobre a função do fotojornalista: “Temos que comunicar o leitor através da imagem. Mostrar com a imagem o que está acontecendo na pauta.”, disse.

Convivendo com a relação entre a fotografia e o lado social em que ela implica, Thiago Amaral deu dicas para os futuros fotógrafos da oficina: “Nosso leitor não merece ver a foto de um cara com o pescoço cortado. Nós, repórteres fotográficos, temos que saber como compor uma imagem que comunique o que está acontecendo, mas sabendo onde está o nosso limite como ser humano.”

Além das dicas de como se portar no meio jornalístico, Thiago ainda apresentou seu arsenal de equipamentos fotográficos, explicando para o que cada um serve e apresentando modos de como conseguir belos registros fotojornalísticos.

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Thiago Amaral ministra oficina de fotografia na III Semana Audiovisual da UESPI

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A III Semana Audiovisual da Universidade Estadual do Piauí foi aberta! E com ela uma mesa de abertura repleta de grandes profissionais debateu sobre diversos assuntos com os estudantes e acadêmicos presentes.

Antes da mesa ser formada, o coordenador do curso de Comunicação Social da Uespi, Cláudio Vasconcelos e a vice-reitora da Universidade, Bárbara Melo, deram boas vindas e agradeceram o grande público que marcou presença na 1° noite do evento.

"É com imenso prazer que o curso dá continuidade a 'Semana Audiovisual' que tem sido um projeto pioneiro elaborado pela professora Sammara Jericó. Eu sempre digo que a universidade tem que dar de certa forma um choque nos alunos, não no sentido de que ele venha a ter que dar conta do curso, mas no sentido de repensar atitudes, valores, porque se não fizermos isso seremos apenas uma extensão do 2° grau do ensino médio. Nessa perspectiva, venho de forma pertinente fazer com que a gente rompa um pouco a rotina de sala de aula e entre de certa forma na prática, também não esquecendo a parte teórica conceitual. A gente não pode mudar de atitude por qualquer motivo mas devemos mudar de atitude quando se estar convicto de que o caminho está apresentando desafios com clareza", falou o coordenador.



Já a vice-reitora, Bárbara Melo, afirmou que a administração superior da universidade sempre vai apoiar eventos de grande importância. "Falar sobre esse evento diante de uma plateia tão seleta e preparada eu fico até sem palavras, mas vejo a importância da temática, o envolvimento, o ânimo. Discutir a questão da produção audiovisual fazendo o recorte para o piauiense aponta que muitas vezes carece de estudo, de olhares. Quero parabenizar e dizer que podem contar sempre com a administração superior em eventos como esse", disse.



Dando início a uma proveitosa conversa, a jornalista Neyara Pinheiro, da Rede Clube e repórter de rede da Globo, se apresentou para os participantes: "Eu comecei como estagiária como qualquer outro, iniciei na Clube e percebi que as reportagens que eu via saindo sobre o Piauí eram poucas, via muita gente de São Paulo vindo para cá fazer reportagens do nosso Estado e pensava: 'Por que as pessoas daqui não poderiam fazer essas reportagens?'. Então surgiu a dúvida de como fazer reportagem para Rede Globo, comecei a colocar um foco, uma meta. Fui aprendendo, fazendo, começando as oportunidades e até que consegui a cinco anos ser repórter de rede no Piauí", declarou ela destacando que isso foi um avanço muito grande para o mercado porque até então o Piauí não possuía repórteres de rede formados no próprio Estado, já que Neyara é formada em jornalismo pela UFPI.

Ao ser indagada por uma participante da mesa redonda sobre o motivo de fazer tantas matérias negativas sobre o Piauí em exibições nacionais, a jornalista afirmou: "A gente não deve se colocar como patinho feio, eu acho que como profissional devemos nos reconhecer e devemos entender que as pessoas gostam de notícias ruins, são poucas as matérias boas que eu fiz que as pessoas lembram, e não é só do Piauí, tem Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília. Infelizmente enquanto se estiver fazendo jornalismo vai existir isso, o Piauí consegue entrar com matérias positivas sim, mas não igual porque esse é o mundo que a gente vive", respondeu.


A escritora e roteirista Mônica Mello também explanou o seu conhecimento para o grande público presente em uma breve apresentação e respondendo perguntas dos participantes. "Eu sou roteirista há dois anos, mas escritora de uma vida, porque o escritor não se faz na faculdade, se faz na escrita. Eu fiz direito na UFPI, atuei como advogada por seis anos mas sai do mundo porque não me identifiquei, busquei outras formas de me sustentar no mercado de escrita fazendo alguns cursos. Costumo dizer que a minha carreira é muito breve mas é intensa". afirmou.

Sobre a situação do audiovisual piauiense, Mônica é categórica: "Eu não estou isolada a um regionalismo porque eu acho importante nós termos um cinema piauiense visto por outros lugares, nós temos que desenvolver a nossa estética com autenticidade, o grande desafio é que a gente tenha um cinema como o Ceará e o Pernambuco já têm. Estamos vivendo um momento ímpar do audiovisual piauiense e brasileiro com umas políticas que estão centradas em desenvolver e os sonhos conseguem se realizar. É o momento ideal. O Piauí tem que aproveitar esse momento que é único e correr atrás", explicou a escritora.



Zan Viana, terceiro componente da mesa redonda e jornalista formado pela Universidade São Judas Tadeu (SP), destacou a importância do audiovisual nas diferentes mídias. "Esse tema é essencial porque eu sempre gostei de cinema, também tive um apreço pelo meu trabalho como editor porque para isso você tem que ter uma técnica. Gosto de mostrar ideias através do som e da imagem porque o grande barato do audiovisual é isso", afirmou.



Sobre o poder da internet na atualidade e uma possível concorrência com outros meios, Mônica Mello afirmou que a internet atualmente tem uma facilidade de ter muita coisa boba. "Isso acontece porque as pessoas tem uma capacidade muito grande de se mostrar, então da mesma forma que elas estão colocando nas redes sociais estão levando para o outro lado. Mesmo assim tem que ter essa liberdade, eu não me sinto em uma posição para fazer juízos de valores a certos pontos, existem valores universais mas de resto é interessante, é importante e não compete com a gente e mesmo que competisse não vejo uma forma de dominar o mercado, o audiovisual tem uma função bem social e quanto mais ele for entendido como acessível melhor", declarou.

Durante o debate, Zan Viana foi questionado sobre como é a sua visão da cultura do Estado em relação a divulgação."As pessoas aqui ainda não gostam muito de assistir um conteúdo cultural, eu posso trabalhar com jornal, TV online e portal, mas todo dia tem uma programação diferente, claro que se eu pudesse eu colocaria cultura todos os dias mas não pode. Nós saímos com uma equipe como se fosse de TV mesmo e cada dia tem um programa diferente, eu sempre gosto de fazer matérias de utilidade pública", respondeu.

"A internet é conhecida como mundo sem fim, quando se trabalha para alguém, você deve ter ética sempre e tomar muitos cuidados. Eu analiso muito as matérias porque a gente tenta fazer a televisão online mas nós temos que pensar no público da internet, as matérias tem que ser mais ágeis, mais dinâmicas , um atrativo, trazer uma novidade, que é diferente da TV", continuou ele.



Antes de encerrar o bate-papo, os três profissionais deram dicas ao público presente no evento. "Muita leitura antes de mais nada. Se informar, saber do que está acontecendo, dependendo do segmento você deve fazer um curso. No meu caso foi o de edição  que foi muito proveitoso com grande utilidade e saber um pouco da realidade", aconselhou Zan Viana.

Neyara Pinheiro terminou a sua participação aconselhando os jovens a não terem medo de enfrentar desafios. "Hoje a gente vive em um mercado muito mais aberto do que quando me formei, vocês tem muito mais espaço de trabalho já que tem rádio, TV, jornal, internet, e com isso muito mais emprego. Vocês vão pegar um público bem diferente, a gente tem que se atualizar com a juventude. Vocês tem que bater na porta do mercado, conheçam as pessoas que já estão fazendo, não tenham medo de errar, olhem para si e acreditem que vocês são capazes", desejou a jornalista.

"Tudo que a gente tem que fazer é com paixão, enquanto eu estive em uma área que não me identificava não foi ruim, mas vocês tem que ir para algo que se identifiquem. O 'não' a gente sempre já tem, então ao tentar algo novo a única possibilidade que existe é o 'sim', então vão em frente no que querem sem medo", pediu Mônica Mello.

Por: Mayara Dias
Fotos: Victor Costa e Vitor Sousa

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Mesa de abertura realiza debate sobre o audiovisual piauiense em suas diferentes perspectivas

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quarta-feira, 25 de novembro de 2015
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